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Case

Cognição organizacional no curso de graduação em Administração - Treinamento experiencial ao ar livre na UNESA - Campus Duque de Caxias

Vicente Eudes Veras da Silva
Mestre em Educação. Especialista em Matemática e Estatística. Professor do Curso de Graduação em Administração da UNESA.
Cláudio Galdino Lucena - Aluno do 3º período do Curso de Administração da UNESA
Gilcéia dos Santos Sabóia - Aluna do 3º período do Curso de Administração da UNESA
Marielle Pituba dos Santos - Aluna do 3º período do Curso de Administração da UNESA
Rogério da Silva Freitas - Aluno do 3º período do Curso de Administração da UNESA

Resumo

Este Case apresenta o Treinamento Experiencial ao Ar Livre como agente capaz de transformar o discente do Curso de Graduação em Administração (futuro Administrador de Empresas) em um profissional altamente motivado para superar as dificuldades de uma conjuntura em eterna transformação. No Treinamento Experiencial ao Ar Livre os alunos do Curso de Graduação em Administração são motivados a quebrar paradigmas, promover mudanças em si próprios, administrar e manter pessoas motivadas num ambiente que integra teoria à prática.

I - Introdução

O conhecimento é hoje reconhecido como um ícone fundamental na sobrevivência e afirmação das organizações. É, por isso, um tema atual em toda a literatura econômica e, mais especificamente, em gestão e comportamento organizacional. À importância deste ícone corresponde a necessidade da sua gestão interna com vista à criação e sustentabilidade das vantagens competitivas. Esta é, contudo, uma tarefa complexa que envolve não só o conhecimento dentro das fronteiras organizacionais mas também a sua relação com o conhecimento externo. É nesta perspectiva que se coloca hoje a questão de decidir qual o conhecimento que tem interesse acumular e gerir internamente o que deve ser externalizado.

Dentro dos estudos da psicologia da educação existem duas abordagens clássicas sobre a aprendizagem: comportamentalismo e construtivismo. A primeira está calcada no fato que os indivíduos aprendem através de estímulo-resposta onde o meio ou objeto é quem determina o sujeito. A segunda destaca a importância da construção do conhecimento através de um processo de interação entre sujeito e meio, isto é, o sujeito se torna agente em relação ao objeto.

Os princípios do construtivismo, que foram utilizados como base para este Projeto de Iniciação Científica, estão interrelacionados com a teoria da Gestalt de Wertheimer, Köhler e Koffka, onde o todo é maior que a soma das partes, contrariamente à visão atomística. A aprendizagem ocorre por meio de insight, uma vez que o conhecimento é construído a partir da interação do sujeito com seu meio ambiente. O sujeito vai formando uma idéia do todo para si mesmo, ao longo do tempo, em função de suas experiências. Este modelo pedagógico foca no aluno o processo de ensino-aprendizagem.

A resolução nº 1, de 2 de fevereiro de 2004, do Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação, instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, Bacharelado (Conselho, 2004). Nela, está definido que o projeto pedagógico, dentre outras exigências, deve incluir modos de integração entre teoria e prática.

A interseção entre a ciência cognitiva e os estudos organizacionais criaram um campo emergente de pesquisa denominado "cognição organizacional". Esta denominada "cognição organizacional" passa por importantes transições na forma como o próprio fenômeno rotulado "organização" tem sido conceituado. O esforço investido na redefinição deste conceito tem o poder de gerar desdobramentos importantes, tanto no entendimento ou explicação de aspectos substantivos deste complexo fenômeno quanto, o que mais nos interessa no presente momento, o Treinamento Experiencial ao Ar Livre como Atividade Complementar no Curso de Graduação em Administração no Campus Duque de Caxias.

II - Objetivos

Este Case teve como objetivo principal desenvolver uma Atividade Complementar para o Curso de Graduação em Administração baseada no Treinamento Experiencial ao Ar Livre. Desenvolver habilidades para o trabalho em equipe é uma necessidade. Mas como desenvolver essas habilidades que dependem tanto das posturas e atividades dos indivíduos que compõem os grupos?

As atividades deverão aliar a teoria à prática com uma abordagem didática/experimental que propicie a prática do trabalho em equipe durante o próprio treinamento. Assim, a internalização dos conceitos será fruto da prática de desafios e atividades que requerem o trabalho em equipe.

III - Justificativa

As alterações cada vez mais aceleradas do meio envolvente traduzidas em mudanças freqüentes e profundas nas tecnologias, maior velocidade de transmissão de informação que acompanham e promovem a globalização da concorrência, veio chamar a atenção para a necessidade da construção de competências distintivas a partir de recursos dificilmente imitáveis. Estas competências distintivas podem ser adquiridas através de Atividades Complementares como o Treinamento Experiencial ao Ar Livre.

O PARECER Nº CES/CNE 0146/2002 prioriza as Atividades Complementares no Curso de Graduação em Administração:
- "O Curso de Graduação em Administração deve contemplar orientações para as atividades de estágio e demais atividades que integrem o saber acadêmico à prática profissional, incentivando o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar";
- "As Atividades Complementares do Curso de Graduação em Administração devem possibilitar o reconhecimento, por avaliação, de habilidades e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, hipóteses em que o aluno alargará o seu currículo com experimentos e vivências acadêmicos, internos ou externos ao curso, não se confundindo estágio curricular, supervisionado, com a amplitude e a rica dinâmica das Atividades Complementares".

Acreditamos que o sucesso depende de outros fatores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que cada vez mais o trabalho é tarefa de uma equipe. Para ter sucesso, além de inteligência "intelectual" é necessário ter também competência emocional.

O Treinamento Experiencial ao Ar Livre valoriza as habilidades que o discente do Curso de Graduação em Administração adquiriu em suas experiências pessoais (como na prática de esportes e de hobbies ou em viagens) e que ele leva, indiretamente, para sua vida profissional. Importa, assim, definir estratégias que aproveitem e valorizem estas competências, o que significa que a questão principal está, agora, em avaliar as potencialidades internas e, a partir delas, tendo em conta as características do meio envolvente, construir caminhos próprios que podem ser inovadores.

IV - Metodologia

Esta pesquisa classifica-se como qualitativa. As principais características dos métodos qualitativos são a imersão do pesquisador no contexto e a perspectiva interpretativa de condução da pesquisa (KAPLAN e DUCHON, 1988). O método definido foi a pesquisa participante, isto é, o pesquisador é ator no processo. Freire (apud SILVA, 1991) atribui uma característica importante à pesquisa participante: a relação dialética entre teoria e prática. A reflexão sobre a ação ressalta a teoria, sem a qual a ação (ou prática) não é verdadeira. Pela necessidade de explicar a prática com base na teoria, a pesquisa terá fortes conotações também de pesquisa bibliográfica. Como bibliográfica pode-se entender como estudo sistematizado desenvolvido com base em livros, revistas, meios eletrônicos, isto é, materiais disponíveis ao público em geral. Cabe registrar a importância das referências recomendadas durante o curso de Administração, que terão a função de ajudar a formar conceitos, aclarar o uso de metodologias e de técnicas capazes de produzir diferenciais qualitativos e otimizar o processo de gestão. Este estudo fornecerá instrumental analítico para o Treinamento Experiencial ao Ar Livre a ser realizado em Xerém, distrito de Duque de Caxias.

O município de Duque de Caxias possui uma área total de 442kmª, divididos em quatro distritos: Centro, Campos Elíseos, Imbariê e Xerém. As últimas estimativas apontam para uma população de cerca de 1 milhão de pessoas, o que faz do município um dos cinco maiores do Estado em número de habitantes. As principais atividades econômicas são as indústrias petroquímicas, mecânicas e têxteis, e o comércio em geral. Dentre as empresas mais importantes, podemos destacar a BR Distribuidora/Petrobrás, Esso, Texaco, Shell, Sadia, Parque Gráfico do Globo, Nitriflex, Petroflex, Polibrasil, entre outras.

Detentor de um dos maiores parques industriais do Estado do Rio, Duque de Caxias conta com cerca de 1.100 estabelecimentos industriais, além de aproximadamente 10 mil estabelecimentos comerciais. Esse imenso potencial econômico proporciona à cidade um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2 bilhões, o que faz de Duque de Caxias o segundo município do Estado do Rio em arrecadação de impostos, ficando atrás apenas da capital.

A sua privilegiada localização geográfica beneficia tanto o recebimento das matérias-primas como o escoamento da produção industrial. O município conta com uma importante malha viária, sendo cortado por duas grandes rodovias: BR-040 (Rio-Juiz de Fora) e RJ-116 (Rio-Magé).

Destacamos ainda que a proximidade a outras duas vias do Rio de Janeiro (Linha Vermelha e Avenida Brasil) garante um acesso rápido à BR-116 (Rodovia Presidente Dutra). Vale lembrar que a cidade se localiza a poucos quilômetros do Aeroporto Internacional Tom Jobim e que a construção da RJ-109, que ligará a RJ-116 ao Porto de Sepetiba, facilitará dessa forma o acesso a um dos maiores e mais modernos portos do país.

Utilizamos a Estrada Tinguá - Xerém que liga Tinguá no município de Nova Iguaçu à Xerém no município de Duque de Caxias para a realização do ESTACIO ADM ADVENTURE com 4 grupos de 5 alunos do Curso de Graduação em Administração.

Figura 1: Mapa (GPS) da Estrada Tinguá - Xerém

Os grupos realizaram caminhadas em trilhas naturais em busca de lugares interessantes para se conhecer, possibilitando um maior contato com a natureza. O prazer da caminhada é o de desfrutar paisagens inéditas, que não estão ao alcance de qualquer um; uma sensação de privilégio de ir a lugares aonde poucos chegam, o de ver coisas que poucos viram; o de superioridade, força, autoconfiança e autoconhecimento.

Com o Treinamento Experiencial ao Ar Livre, todos se mostraram para todos, de corpo e alma, sem bloqueios. E a vantagem disso é que as dificuldades emergem no grupo, as reações afloram e todos passam a enxergar os seus melhores e piores pontos sem críticas e desentendimentos.

Figura 2: Estrada

Figura 3: Estrada Tinguá - Xerém: vista do vale

Figura 4: Riacho

Cada atividade realizada no Treinamento Experiencial ao Ar Livre envolveu as 5 etapas de um Planejamento Estratégico:
Missão: É uma espécie de objetivo permanente que orienta cada Atividade Experiencial ao Ar Livre.
Identificação das Variáveis Internas: São as variáveis que estão sob o meu controle. São divididas em FORÇAS (pontos positivos) e FRAQUEZAS (pontos negativos). Devemos manter as FORÇAS e diminuir o impacto das FRAQUEZAS.
Identificação das Variáveis Externas: São aquelas que podem influenciar o andamento dos meus negócios. São aquelas sob as quais não tenho controle (Variáveis Incontroláveis). São divididas em OPORTUNIDADES (posso tirar vantagens) e AMEAÇAS (devo evitar).
Análise das Variáveis Envolvidas: Analisar as variáveis envolvidas, internas (Forças e Fraquezas) e externas (Oportunidades e Ameaças) construindo um diagrama Causa e Efeito para cada um deles.
Planos Estratégicos: Direcionamentos fixos, pré-estabelecidos, por equipe (representando uma empresa), que nos diz o que devemos estar procurando fazer, de modo permanente. São posicionamentos que irá manter, em caráter permanente, para cada uma das empresas (equipes de alunos do Curso de Graduação em Administração) e que ajudará a cumprir a Missão.

V - Estácio ADM Adventure Duque de Caxias

A UNESA/RJ - Campus Duque de Caxias organizou a ESTACIO ADM ADVENTURE, um evento de aventura que mantém o vínculo com a teoria. Durante manhã e tarde, as atividades práticas foram acompanhadas de um trabalho teórico em que os estudantes elaboraram um relatório sobre as experiências da aventura e relacionaram as principais dificuldades que enfrentaram com as teorias estudadas.

Figura 5: Alunos do Curso de Graduação em Administração na concentração para o ESTACIO ADM ADVENTURE

As competências emocionais têm papel importante na transformação de conhecimento individual em conhecimento coletivo: a sala de aula é o lugar onde se cruzam saberes diversos, cuja propriedade é, em larga medida, individual. Enquanto individuais, estes saberes têm, naturalmente, importância para o discente, mas a possibilidade de os mobilizar para a criação de competências organizacionais passa pela sua socialização.
O Treinamento Experiencial ao Ar Livre atuou:
- na transformação do conhecimento tácito em codificado, o que significa um esforço de tornar perceptível de forma organizada o conhecimento adquirido com a experiência, possibilitando não só a sua mais rápida socialização, como também a progressão e retenção do saber comum;
- na promoção da aquisição de conhecimento de origem externa, o que se liga a outra questão de primeira importância que é a existência de um sistema eficiente de informação. De fato, o conhecimento interno só pode progredir alimentando-se constantemente com informação e saberes provenientes do exterior.


Figura 6: Alunos do Curso de Graduação em Administração participando do ESTACIO ADM ADVENTURE

VI - Considerações finais

A concepção de cultura - normas, valores e pressupostos compartilhados - foi se tornando importante para compreender como as organizações funcionam. Schein (1996) situa o surgimento do interesse pela cultura e resgata trabalhos marcantes da psicologia organizacional. Mostra as contribuições deste campo de estudo para se pensar a organização de um modo sistêmico em vez de por meio de relações causais simples; mostra como a prescrição de uma prática que infantilizava o empregado evoluiu ao se tender a considerar que a natureza humana não era intrinsecamente ruim. Aos poucos os pesquisadores em psicologia organizacional começaram a ensinar "relações humanas" aos administradores, mas ainda sem considerar as forças sistêmicas que operavam nas organizações. Apesar destes avanços, faltava levar em conta que a cultura, vista como modos compartilhados de perceber, pensar e reagir, era uma das forças mais poderosas e estáveis operando nas organizações.

A cultura organizacional pode ser analisada em vários níveis, segundo Schein (1992, 1996). No nível mais superficial estão as coisas que podem ser diretamente observadas mas nem sempre são de fácil interpretação: são os "artefatos visíveis". Em um nível mais sutil estão os "valores" que governam o comportamento humano. No nível mais profundo de análise, estão os "pressupostos básicos" da cultura. Os "artefatos" incluem os fenômenos que pode ser vistos, ouvidos e sentidos no encontro com uma cultura diferente. Incluem os produtos visíveis do grupo, como, por exemplo, a arquitetura do ambiente físico, a disposição do escritório e/ou sala de aula, maneiras de vestir e de se dirigir aos outros do gerente e/ou professor. Costumam ser fáceis de localizar mas nem sempre fáceis de interpretar.

Os "valores" são concepções sobre como as coisas devem ser, o que é certo ou errado. Estes valores costumam ser promulgados por profetas, fundadores ou líderes como solução em momentos críticos do funcionamento do grupo. Podem ficar incorporados à ideologia ou filosofia organizacional, orientando o comportamento. Podem ser inferidos de entrevistas mas muitas vezes os valores manifestos são inconsistentes com o comportamento observado.

Os "pressupostos básicos" são valores que foram internalizados como sendo o modo correto de perceber, pensar e sentir sobre as coisas, após funcionarem repetidamente para a solução dos problemas do grupo. Estes pressupostos básicos passam a não ser mais confrontados nem debatidos. Passam a representar o que é "natural", a realidade para o grupo, em vez de uma das possíveis alternativas. Eles funcionam como um fator de estabilidade da cultura, pois reexaminar os pressupostos básicos, aprender ou mudar tende a desestabilizar o mundo cognitivo e interpessoal, liberando grande quantidade de ansiedade. As pessoas tendem a evitar altos níveis de ansiedade e criar mecanismos de defesa contra ela.

Os pressupostos básicos foram organizados em dimensões para serem estudados. Elas agrupam os valores a respeito da natureza da realidade e da verdade, da natureza do tempo, da natureza do espaço, da natureza humana, da natureza da relação com o ambiente (e da atividade humana) e da natureza dos relacionamentos humanos. Estes pressupostos básicos formam padrões que caracterizam uma determinada cultura.

Devido a cultura da sala de aula, em alguns estados e em certas cidades, conseguiu-se um padrão de qualidade sofrível, devido a uma relação repressiva entre professores e alunos que deformava ambos. Afastava-se a sala de aula do núcleo de grande experiência pedagógica (a prática). Aproximava-se a escola mais das instituições punitivas e carcerárias, que do cerne elementar de uma pedagogia do aprender fazendo. Tínhamos uma sala de aula "árida", em que a mentalidade reinante - autoritária ao extremo -, reduzia o professor aos papéis mínimos de transmissor passivo de "saber" importado e os alunos àquilo que os filósofos e os educadores críticos chamaram, negando-a, a célebre "página em branco". Acreditamos que o Treinamento Experiencial ao Ar livre pode colaborar para dissociar a sala de aula de seu empobrecimento e deterioração.

A aprendizagem grupal (a essência da cultura é um padrão de integração e implica algum grau de estabilidade estrutural no grupo) deve-se à capacidade humana de abstrair e de ser auto-consciente, a aprendizagem ocorre não somente ao nível comportamental, mas também internamente a um nível abstrato. Schein (1992) cita as competências consolidadas como sendo as competências especiais que os membros do grupo manifestam ao realizar certas tarefas, a habilidade de fazer certas habilidades passarem de geração a geração sem necessariamente as pôr no papel. Neste sentido, acreditamos que o Treinamento Experiencial ao Ar Livre pode, uma vez que as pessoas têm um sistema comum de comunicação e linguagem, colaborar para que a aprendizagem além de tomar espaço num nível conceitual, fazer com que os conceitos sejam partilhados e, assim, tornarem-se então possíveis.

Referências

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KAPLAN, Bonnie & DUCHON, Dennis. Combining qualitative and quantitative
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